Ladrões usam estratégia de golpe do WhatsApp para invadir contas bancárias

O golpe de clonagem de WhatsApp não é novo. Já publicamos diversas matérias mostrando como os estelionatários conseguem invadir ou clonar o WhatsApp de usuários para acessar seus contatos e, sob as mais variadas desculpas, pedir dinheiro emprestado em nome da vítima.

As investigações policiais suspeitam que, na maior parte dos casos, o golpe conta com a participação de um empregado de empresa de telefonia celular ou de um prestador de serviços a ela vinculado para fraudulentamente habilitar um número de celular a um novo SIM card (cartão ou chip de telefone). Por não conhecer a senha da vítima, o criminoso solicita que uma senha temporária seja enviada por SMS para o número de celular em uso no aplicativo. Está feito o estrago!

Essa tática criminosa vem sendo adotada por estelionatários para manejar contas-correntes de sistemas de internet banking. O grande número de vítimas demonstra que os prejuízos são enormes.

Como funciona o novo golpe

Tudo começa com a ativação de um novo chip de telefonia celular ao qual se faz a vinculação do número de telefone da vítima. De posse de um chip com o número do celular da vítima ativo e valendo-se das falhas de segurança de alguns sistemas de internet banking, que permitem acesso ao nome completo, CPF e e-mail dos correntistas, o criminoso passa a operar contas bancárias, faz pagamentos e transferências, como se fosse a própria vítima.

Fonte: canaltech

Versões modificadas de programas como WinRAR e Winbox instalam spyware

Sempre se deve baixar do site oficial do programa

O principal objetivo do grupo, que também é conhecido como Promethium, é a espionagem das vítimas e o roubo de informações.

Normalmente as vítimas não notam nada de errado no software modificado, já que ele funciona como a versão original.

O malware instalado por estas versões modificadas procuram documentos e se comunica com um servidor de comando e controle usando uma conexão com SSL. Ele também possui recursos de acesso remoto, de acordo com o relatório publicado pelos pesquisadores. AT&T

Fonte: Bleeping

ESET identifica uma falha de dia zero explorada por exploit no windows 7 e 2008 server

O exploit usado nos ataques tira proveito de uma vulnerabilidade no componente win32k.sys que possibilita a elevação de privilégios.

O que são exploits e por que são tão temidos?

Versões do Windows afetadas: Aqui lista da Microsoft Windows 7 com Service Pack 1 – x86
Windows 7 com Service Pack 1 – x64
Windows Server 2008 com Service Pack 2 – x86
Windows Server 2008 com Service Pack 2 – IA64 (Itanium)
Windows Server 2008 com Service Pack 2 – x64
Windows Server 2008 R2 com Service Pack 1 – IA64 (Itanium)
Windows Server 2008 R2 com Service Pack 1 – x64

Quem ainda usa o Windows 7 deve considerar a atualização para sistemas operacionais mais recentes, uma vez que o suporte estendido do Windows 7 Service Pack 1 termina em 14 de janeiro de 2020 . O que significa que os usuários do Windows 7 não receberão atualizações críticas de segurança. Assim, vulnerabilidades como esta ficarão sem correção para sempre.

Fonte: ESET

Servidor de Anúncios é invadido e propaga ransomware SEON através de propagandas maliciosas

O site online video converter que tem mais de 200 milhões de visitantes por mês, está distribuindo o ransomware SEON aos seus usuários, para tal basta acessar á página de conversão de vídeo,

O servidor de anúncios carrega o kit de exploits, um arquivo GIF falso que contem um JavaScript e que redireciona o usuário para o portal do kit de exploits que tentará explorar uma vulnerabilidade no Flash Player.

Depois de instalar o ransomware, o kit de exploit instala o trojan Pony, que é especializado no roubo de informações, e o malware minerador de criptomoedas.

Fonte: Bleeping

Itaú no Computador e a invasão da privacidade de usuários e empresas

Site do Baboo fez uma excelente matéria alertando sobre os riscos de privacidade da instituição bancária ITAU, olhando de uma forma mais atenta, não passa de um banco de dados coletados do usuário e que podem ser vendidos a terceiros, visto que para instalar o aplicativo, a pessoa tem que autorizar. Um ABSURDO.

Todos nós sabemos que a privacidade hoje não vale nada, pois as apps e aplicativos obtêm o máximo de informações do usuário para lucrar com isso – mas esse tipo de atitude jamais deveria acontecer com as instituições bancárias que garantem a segurança e privacidade das nossas finanças.

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