Você usa o Microsoft Defender Antivírus?

Muitas pessoas acreditam que estão totalmente protegidas simplesmente porque o Microsoft Defender Antivírus já vem instalado por padrão no Windows. No entanto, essa falsa sensação de segurança pode ser um grande perigo.

Nos testes da AV-Comparatives (período de julho e agosto de 2026, com base em 200 casos reais de ameaças na web), a solução da Microsoft apresentou um resultado bastante preocupante em comparação com os concorrentes:

Taxa de bloqueio reduzida: O Defender bloqueou apenas 95,5% das ameaças.

Alto índice de comprometimento: Deixou o sistema comprometido em 4,5% dos testes — uma das taxas mais altas de infecção entre todos os antivírus avaliados.

Em um cenário onde novas ameaças e malwares surgem diariamente, uma margem de falha de 4,5% é suficiente para colocar em risco seus dados pessoais, senhas e arquivos.

O que fazer para se proteger?

  1. Não dependa apenas da solução padrão: Considere utilizar soluções complementares ou antivírus de terceiros bem avaliados que ofereçam maior taxa de proteção contra ameaças ativas.
  2. Mantenha o sistema e softwares atualizados: Correções de segurança frequentes ajudam a mitigar brechas de segurança.
  3. Redobre os cuidados digitais: Evite clicar em links suspeitos, baixar arquivos desconhecidos e mantenha backups periódicos dos seus dados.

A segurança do seu computador exige atenção constante. Fique atento!

Fonte dos testes: AV Comparatives

Nova falha na atualização do sistema Dell permite que hackers obtenham privilégios de root

A Dell alertou os clientes para corrigirem uma vulnerabilidade crítica na ferramenta de implantação da interface de linha de comando (CLI) do System Update (DSU) o mais rápido possível.

O DSU permite que administradores de TI corporativos implantem atualizações de BIOS, firmware e software em sistemas Linux e Windows na infraestrutura de servidor corporativo PowerEdge.

Em um comunicado de segurança na quinta-feira, a empresa disse que a falha (rastreada como CVE-2026-86360) permite que agentes de ameaças executem código com privilégios de root em dispositivos sem patches, explorando uma vulnerabilidade de acesso.

Fonte: Bleeping Computer